sábado, 21 de fevereiro de 2009

"LE ROI DU CRAZY" E ESSE JEITO ESTRANHO DE HOLLYWOOD ESQUECER

O show tem que continuar. E Hollywood, mais uma vez, comete erros ou “esquecimentos”, para não estragar a festa. Clint Eastwood fica de fora, apesar de dois ótimos filmes que dirige: “Gran Torino” e “A Troca” . Além disso, em “Gran Torino”, Clint interpreta o racista e amargurado veterano da Guerra da Coréia,Walt Kowalski. Um trabalho magistral daquele que foi astro de filmes policiais e de faroeste até se tornar um cineasta que prima pela sensibilidade e um ator sensível e espetacular(que agora ocupa o lugar de Paul Newman como meu ídolo do cinema, em terra).

Outro “esquecido” é Joseph Levitch, conhecido pelos franceses como “le roi du crazy” ( o rei da loucura). Pois Joseph Levitch será homenageado e receberá, dia 22/02,durante a entrega do Oscar, o prêmio Jean Hersholt. O prêmio é destinado a profissionais do cinema que se destacam em atividades beneficentes. Levitch, em 50 anos, arrecadou algo em torno de 2 bilhões de dólares para a pesquisa sobre a distrofia muscular e o apoio a portadores da doença.

Curioso é que Levitch, durante os anos de 1950 e 1960 foi um dos campeões de bilheteria do cinema americano. Nunca ganhou um prêmio relevante, nem irrelevante. Hollywood além de falta de memória, não tem muito senso de humor.

Ah, de quem estou falando?! Perdão, meus raríssimos leitores; eu falo do comediante e diretor Jerry Lewis. Com muita honra!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

ESTAS LINHAS MUITO "MAL" ESCRITAS

FOTO EM:http://destaquein.sacrahome.net/files/images//escrever.preview.jpg

Vez ou outra, me chega um pedido para ler um texto de outrem, ajustar um parágrafo, revisar uma epístola comercial, esboçar uma matéria jornalística, seja ela sobre economia,filosofia,unha encravada,administração de recursos humanos(agora tratados como talentos humanos, colaboradores, parceiros e por aí vão).

Trato especificamente da matéria jornalística e da responsabilidade do jornalista com a redação do texto. Em tempos em que se discute a necessidade do diploma para o exercício da profissão de jornalista( se pensarmos que tantas vezes fomos curados de um mal qualquer apenas com um chazinho, uma benzeção ou um dedo na garganta, seria correto afirmar que não é preciso cursar uma faculdade de medicina para exercer a profissão de médico)eis que no segmento empresarial, aqui inclusas micro,pequenas,médias e grandes organizações surgem, todos os dias, peças de comunicação, principalmente as conhecidas como “nosso jornalzinho interno”, “nosso veículo de comunicação com o mercado” , “a revista da empresa” , “ nosso instrumento de venda institucional” , “ nossa ferramenta da responsabilidade social” . Com eles, afloram as mais “impressionantes estruturas de produção e redação” que, à guisa do exemplo das benzedeiras e rezadeiras (com todo o respeito a estas), se arvoram em jornalistas e “assumem” a responsabilidade editorial dos impressos.

Vez por outra – com o perdão pela repetição – jornalistas diplomados e com experiência no exercício da profissão são contratados para “profissionalizarem” as publicações. Contudo, esses veículos de comunicação empresarial , sejam impressos, radiofônicos, televisivos, intranet ou “telepáticos”, por se tratarem de peças criadas pelos SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente(ou ao consumidor), ou pelas áreas de RH(Recursos Humanos), Marketing, Comercial, entre outras menos citadas, acabam se transformando em “propriedades” desses setores. E o pior é que, do chefe,gerente,supervisor,superintendente até o auxiliar administrativo, a secretária, a telefonista e mais outros tantos, conforme o organograma funcional, todo mundo assume a função de “jornalista”.

Assim, o jornalista mesmo – que, muita das vezes (adoro isso) foi contratado pela agência de propaganda que detém a conta da empresa e foi demandada a “fazer” o jornal e/ou a revista – se depara com situações do tipo:

.Ninguém é capaz de dizer qual o perfil do leitor;


.Não existe um “manual” de redação;


.Ninguém sabe o que é uma pauta(quer dizer, tem gente que pergunta se é o mesmo que caderno pautado, “aquelas linhazinhas, sabe?”);


.A agência, ou o intermediador entre o jornalista e a empresa, omite-se aos dois primeiros itens e em todos , a seguir;


.O grande chefe pede um texto com palavras difíceis, de alto nível. O texto vai, pára na mão do sub-chefe que “acha” que o texto está complicado demais, que precisa ser escrito de modo mais inteligível. O texto “mais inteligível não é “entendido” pela secretária do sub-chefe que o devolve afirmando que o sub-chefe não pode levar para o grande chefe um texto “assim”. Esse “assim” ninguém, NINGUÉM MESMO, na empresa, sabe explicar;


.O RH quer tomar posse do jornal ou da revista que, segundo sua história, é criação e está sob a jurisdição do SAC e tenta “envolver” o jornalista na tramóia;


.O SAC, por sua vez, “avisa” ao jornalista que o RH quer dar o golpe e que se isso acontecer, será por culpa dele. Do SAC? Claro que não, meu caro Watson! Dele, o jornalista;


.O Marketing “disputa” com o Comercial a primazia do puxassaquismo no propósito de tomarem para si a responsabilidade do impresso;


.A “alta gerência” manda em tudo. E tudo e todos têm medo da “ alta gerência” . A coisa é tão feia que tem gente em cargo bem lá no rodapé da estrutura que, se achando o ronco do batmóvel, também quer mandar e desmandar na edição;


.A falsidade nas relações profissionais entre os “jornalistas da empresa”, a agência ou intermediador e o JORNALISTA é tanta que até o Paraguai se acanha;


.Tem mais: com a tal “profissionalização”, muitos “jornalistas de liquidação” são excluídos do processo. Instaura-se uma picuinha, o tal de "um não gosta de outro", do outro que se vinga no jornalista, dificultando o seu trabalho. Há situações em que a secretária da gerência redigia as matérias referentes ao setor. Ao ser substituída pelo jornalista, continua com a responsabilidade – delegada por seu superior – de avaliar o que foi escrito. Kafka, cadê você?!;

Quem sofre e saí perdendo é só o jornalista(DIPLOMADO E COM EXPERIÊNCIA).
Aí, aquele dedão que você enfiava na garganta, para vomitar...

A MINHA POETA ENCANTADA

FOTO EM : http://www.projetotimoteo.org.br/Livros/AdeliaPrado.jpg

A poeta Adélia Prado é uma pessoa por quem tenho um profundo respeito e um certo medo. O respeito, não preciso explicar. O medo se deve ao fato de que, certa vez, a vi na av.Afonso Pena, em Belo Horizonte. O primeiro ímpeto, de leitor voraz de sua obra, foi de ir correndo ao seu encontro e dizer-lhe essas coisas que um fã diz ao seu ídolo, de dizer-lhe que também escrevia poesia, havia conquistado alguns prêmios, de perguntar-lhe se poderia enviar uns escritos para ela ler e opinar.Contudo, pasmo por vê-la, ali, em carne e osso, em matéria poeta,em essência poesia, virei a esquina e tchau!

Tempos depois, quando fazia o programa “Gente” na TV Horizonte, a produtora e assistente de direção, Luciana Katahira, por diversas vezes tentou marcar com a minha poeta preferida, uma entrevista. Nunca conseguiu enquanto durou o programa.

Em novembro de 2008, Adélia concedeu uma entrevista para a edição número 16 da Revista da Cultura, uma publicação da Livraria Cultura ( eu conheço a que está localizada no Conjunto Nacional, em São Paulo, na avenida Paulista, 2073; um lugar maravilhoso, com atendimento de qualidade e liberdade de ir, ler,ver, e ir(comprando ou não). Aliás, parecida com ela, eu conheci a El Ateneo, em Buenos Aires, que funciona onde antes foi um teatro).

Mas, falando sobre Adélia e a entrevista, eis que a minha poeta preferida opina sobre a morte – essa morte que é tema da minha dissertação de mestrado. Coincidência ou não, promovo aqui, neste espaço, o meu encontro com ela, a Adélia mulher e poeta, que não pude realizar na televisão. E uma curiosidade: ao caminharmos para o final da entrevista, eu perguntava ao entrevistado sobre a morte. Então, como se eu tivesse feito essa pergunta para Adélia Prado, retransmitida pelo jornalista Amilton Pinheiro da Revista da Cultura, eis o que ela respondeu:

“Você nasce para a vida, não quer morrer. Mesmo a pessoa que deseja morrer, só tem esse sentimento porque tem uma vida ruim e queria uma melhor. Por isso, a finitude é realmente um tormento assim como o tempo. Apesar de sermos finitos, nos intuímos e desejamos o infinito, a vida eterna, que não se acaba, a felicidade, a saúde, alegria e beleza. Nós queremos tudo isso. Se não quiséssemos isso, a vida perene não teria a menor importância. Tudo o que fazemos é mascarar a morte. A cultura é uma espécie de defesa contra a morte, uma forma de esquecê-la um pouquinho. Ir ao baile, fazer uma festa, escrever um livro, é tudo empenho para esquecer a existência dela”.

Dona Adélia, a senhora continua minha poeta encantada.

A "VELHA" E ÓTIMA MÚSICA CLÁSSICA

FOTO EM: http://www.moments.pt/upload/jaime-varela-cantor-lirico.jpg

Música clássica, quando se pretende levá-la ao público leigo, sem desagradar os eruditos, sugere um tratamento didático que pretende explicar a quem não a entende, o seu significado. Mas, para isso, recorre-se, na maioria das vezes, a uma linguagem de tamanha erudição que só nos afasta dela.

Este não é o caso do programa “Um toque de clássico” , da Rádio Guarani-FM – 96,5, de segunda a sexta, às 12h. Outro exemplo é o “Harmonia”, da Rede Minas de Televisão.

De volta ao “Toque de clássico” , o programa é produzido pelo maestro Otávio Serpa. O repertório de cada edição é de uma sensibilidade,de um prazer pela música clássica. Bom demais de ouvir!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

PASAJE PARA EL FIN DEL MUNDO


Assisti ao segundo programa CIDADE DA GENTE – Especial Argentina. A série, em 5 capítulos, é resultado de uma viagem solitária empreendida pela jornalista Luciana Katahira ,que partiu de Buenos Aires e terminou em Ushuaia, “el fin del mundo”, na Patagônia argentina.

Este segundo programa é sobre Bariloche, também conhecida como “Brasiloche” ,tal é o grande número de brasileiros que vão para lá, principalmente no inverno. O programa, muito bonito(técnica e artisticamente), respeitando o cenário deslumbrante do lugar, claro, privilegia as imagens – e que belas imagens.

Para o telespectador em geral, a série deve ser exibida em março pela TV Horizonte, canal 19UHF.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

PARA SEGUIR A SEMANA


Leitura


O texto é conciso.
Mas a eloquência proibida nas palavras
é uma janela escancarada dentro do peito.
A janela das biscates,
onde a Tuinha debruça os seios
e a gente lê rosa, amor, lua, noite,
canto, mar, estrela, calor, solidão.
Solidão.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CASA DE EX-PRESIDENTE,PLACA DE INIMIGO PERMANENTE

O jornal Estado de Minas, no Caderno Gerais, de hoje, traz matéria sobre a transferência dos restos mortais de Affonso Penna(1847-1909), ex-presidente da República- e também governador de Minas Gerais- , do Rio de Janeiro para o casarão onde nasceu, em Santa Bárbara-MG(cidade que tem como prefeito, o Toninho Timbira, responsável por uma grande transformação no município e que, por isso foi reeleito). Mas as placas que identificam a casa e a rua, conforme se vê na foto de capa, estão bem maltratadas. Outra coisa, o lead abaixo da foto não informa qual a cidade para onde vão os restos mortais.

SOBRE E-MAIL,AMIGOS,TEMPO,AMOR E MORTE


Recebo um e-mail de um amigo,Ricardo, esse tipo de gente que você pode conversar, pedir socorro, conselho, dinheiro emprestado(e ele, para preservar a amizade, não vai emprestar de jeito nenhum). O típico “sangue bom” – PO(Puro de Origem). Ele diz que o ano vai ser curto e que está com saudade da gente(o gente, aqui, é o grupo de 18 “enlouquecidos” que se atreveram a enfrentar um Mestrado).

Eis a tal urgência. O tempo urge, a vaca muge e...a gente rumina planos “juntos e misturados”.

Até para o amor estamos procurando tempo. É que, mais das vezes (Acácio,Bernardo Santana(que lançou um cd/livro, o “8” , belíssimo) e o Mário Viggiano vão gostar da expressão), brigamos, reclamamos, desentendemos, afastamos, impomos, cobramos, fragilizamos, tememos. A outra(ou o outro) – gosto é gosto – parece mais um adversário do que uma coisa gostosa da gente encher de beijos, fazer juras, viajar, dividir sanduíche, ver filme melodramático, comprar livro em sebo, vinil, prometer que não vota mais no PT, garantir que termina o Mestrado e vai encarar um Doutorado(e tirar retrato ao lado do Júlio Pinto,da Terezinha, da Dedé,do Serelle,do Zé Márcio,Geanne e Ivone), que vai fazer sucesso no rádio, na televisão, no jornal sem precisar do BBB(só do diploma, das idéias e dos amigos).

Desamando, a janta não desce, a congestão – e a dor de cabeça, e a dor de barriga e a dor do desânimo surgem pela madrugada e tomam o lugar daquele sono merecido. E ainda tem pernilongo, calor...

Me pergunto: se a morte viesse nos buscar mas concedendo um prazo de 24 horas para resolvermos pendências, quais resolveríamos neste mais importante tempo para nós concedido?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

NOTÍCIAS NÃO PUBLICADAS

O jornal HOJE EM DIA circula neste domingo com preço promocional de R$ 1,00 e sem o tradicional Caderno de Brasília - que já não trazia mais os artigos do jornalista Otto Sarkis.

A "INVOLUÇÃO"

O bicentenário de nascimento de Charles Darwin é a bola da vez da imprensa "culta". Para ser rápido, a teoria evolucionista de Darwin confrontou a teoria criacionista da Igreja - viemos de Adão e Eva, e coisa e tal. O jornal Estado de Minas, na sua edição de hoje, traz no primeiro caderno, páginas 18 e 19, matéria sobre, de autoria da jornalista Cristiana Andrade. O texto é honesto.Pena que a arte - onde Darwin está mais para assistente do Zé do Caixão do que para teórico da evolução da espécie - serviu de "fundo" para impressão de parte do texto. Fundo preto com os caracteres confundidos entre o branco, o cinza ou alaranjado. Ficou difícil de ler, principalmente para aqueles que, como eu, precisam de óculos.

TAEKWONDO DE MINEIROS

FOTO: http://www.viacomercial.com.br/


O taekwondo é um esporte que tem revelado grandes nomes itabiranos para o cenário nacional e internacional, como Érica Adriane Ferreira, campeã mineira, brasileira e medalhista nos Jogos Pan-Americanos.

Agora, Itabira vai sediar, em março, de 20 a 22, os atletas do esporte para a disputa do Campeonato Mineiro de Taekwondo 2009. A abertura oficial será no ginásio poliesportivo Maestro Silvério Faustino. Estima-se a presença de aproximadamente 600 atletas. De Itabira deverão participar 30 lutadores.

Várias pessoas têm participação fundamental para que o evento aconteça em Itabira, mas é preciso ressaltar os nomes do prefeito João Izael, do ex-secretário de Esporte e Lazer, Oldeni José dos Santos, atual secretário municipal de governo, de Geraldo Martins da Costa o Lado de dona Dudu, secretário de esportes e do respeitável e honorável Mestre Martinho – que também exerceu o cargo de secretário de Esporte e Lazer - na gestão do prefeito e hoje deputado estadual, Ronaldo Magalhães - , um exemplo de atleta do taekwondo, de cidadão e de esportista. Mestre Martinho não mede esforços para fazer do taekwondo itabirano um contínuo formador de lutadores de projeção internacional.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

VIAGEM AO FIM DO MUNDO


Uma camera, muita paixão, aventura no limite, coragem absoluta. Luciana Katahira, roteirista,apresentadora e diretora do programa CIDADE DA GENTE – Tv Horizonte,canal 19UHF, reuniu tudo isso e viajou para o “ fim do mundo” – a Patagônia argentina. Uma expedição solitária que vai ser contada em 5 programas, com estréia prevista para março. O início é em Buenos Aires, capital da Argentina. Um ótimo primeiro capítulo. Sem perder o espírito do viajante mineiro, o programa, que tive a honra de assistir em pré-estréia, é ótimo. A edição, computação gráfica e trilha sonora completam a qualidade técnica e artística. A expectativa para os próximos é inevitável.

EM TEMPOS DE CRISE...


...quem mais fatura são os fabricantes de balões, antigamente conhecidos como "bexigas coloridas" ou "bexigas de soprar" .

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

SIMPLES, OBJETIVO E SEM PERDER A CRIATIVIDADE


Publicidade é a arte de vender muito, sem precisar explicar mais do que o necessário. O exemplo está neste out-door. Claro que o "artista" é o Diogo, gente sangue bom que eu conheço desde o seu primeiro aniversário. A peça é da Colombo MCP, de Itabira.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

BOA HISTÓRIA SOBRE A GUERRA FRIA


Dizem os especialistas ( e os universitários) que a guerra fria acabou( a quente, não.) Então, para quem quer se lembrar daqueles tempos, que tal essa história:

O agente Turner(Robert Redford ) trabalha na CIA examinando livros para avaliar possíveis cenários a serem usados nos serviços da agência. Ele sai para comprar o almoço e na volta encontra todos os seus colegas de trabalho mortos. Ele liga para o superior e recebe ordem de aguardar para ser resgatado. Chega um homem e tenta matá-lo. Fugindo, ele sequestra uma mulher (Faye Dunaway) e a usa como escudo até conseguir entender a situação: alguém da CIA quer acabar com a sua vida. Mas por quê?

Filme de 1975, TRÊS DIAS DO CONDOR, com roteiro de Lorenzo Semple,Jr e David Rayfiel e direção de Sydney Pollack(falecido ano passado), é um filme que prende a atenção do espectador do princípio ao fim. A trilha sonora, que garante a qualidade dom suspense, é de David Grusin. E sem esquecer de Max Von Sydow, com atuação digna do ator que é.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

MISTUREBA DE DOMINGO

Misturando NOSE, do The Cristal Method, com AMOR CIEGO, de La Lupe, vou avançando pelo domingo. Li Afonso Romano, Eduardo Almeida, o José Carlos Rodrigues(O Tabu da Morte,Editora Fiocruz).
Tem sol com chuva, casamento de viúva. Aqui em casa está cheio de sozinho e eu tento acreditar no não-tempo. Toda vez que faço isso, entro na circularidade: a Terra é redonda, em linha reta a gente anda mundo a dentro e vai chegar ao ponto de partida. A Terra gira em torno de si. O si gira em torno do Sol e não se ouve melodia alguma. O sistema solar gira entre "sis" e tudo é silêncio.
Melhor esguelar o volume do som, cujo botão é redondo. Estamos na roda, estamos na roda! E mesmo que você, operacionalmente não liga pra mim, eu, literalmente ligo pra você.

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